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Skank – O Samba Poconé

  • ESTADO: USADO
  • ENCARTE: ÓTIMO ESTADO DE CONSERVAÇÃO
  • MÍDIA (CD): ÓTIMO ESTADO DE CONSERVAÇÃO (REPRODUZINDO PERFEITAMENTE)
  • CAIXA ACRÍLICA: PODE APRESENTAR PEQUENAS MARCAS SUPERFICIAIS DE MANUSEIO POR SER UM ITEM USADO.

FOTOS REAIS DO PRODUTO ANUNCIADO.

A mídia física em CD preserva o encarte original com o clássico projeto gráfico e a masterização assinada pelo estúdio Absolute Audio em Nova York, oferecendo altíssima definição de áudio e equilíbrio perfeito entre metais, guitarras e percussões.

R$ 30,00

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Descrição

01 – É Uma Partida De Futebol
02 – Eu Disse A Ela
03 – Zé Trindade
04 – Garota Nacional
05 – Tão Seu
06 – Sem Terra
07 – Os Exilados
08 – Um Dia Qualquer
09 – Los Pretos
10 – Sul Da América
11 – Poconé

Lançado em 1996 pelo selo Chaos (subdivisão da Sony Music), o CD Skank – O Samba Poconé é o terceiro álbum de estúdio do quarteto mineiro formado por Samuel Rosa (voz e guitarra), Henrique Portugal (teclados), Lelo Zaneti (baixo) e Haroldo Ferretti (bateria). Produzido por Dudu Marote ao lado da própria banda, o disco tornou-se o maior fenômeno comercial da história do grupo, superando a marca de 1,8 milhão de cópias vendidas e conquistando o certificado de Disco de Diamante.

Gravado no Estúdio Mosh em São Paulo e mixado nos estúdios Soundtrack em Nova York (com exceção de “Garota Nacional”, mixada no Mosh), o álbum expandiu a sonoridade do rock e do pop-ska ao integrar elementos de rockabilly, forró, reggae, surf music e participações internacionais marcantes.

É uma mídia física indispensável para colecionadores de rock nacional dos anos 90, saudosistas dos grandes marcos das rádios brasileiras e fãs da discografia do Skank.

Análise dos Principais Destaques do Álbum

  • “É Uma Partida de Futebol”: Parceria antológica entre Samuel Rosa e Nando Reis, a faixa tornou-se um hino esportivo definitivo no país, impulsionada por arranjos de metais vigorosos e um videoclipe icônico gravado no Estádio do Mineirão.

  • “Garota Nacional”: O maior sucesso do álbum e responsável por projetar a banda internacionalmente (alcançando o topo das paradas na Espanha e em diversos países da América Latina). Traz uma levada pop irrepreensível, refrão marcante e arranjo de metais assinado por Chico Amaral.

  • “Tão Seu”: Uma das baladas pop-rock mais executadas das rádios brasileiras em 1996, combinando os teclados envolventes de Henrique Portugal a uma letra marcante de Chico Amaral e Samuel Rosa.

  • “Zé Trindade”, “Sem Terra” e “Los Pretos”: Músicas de forte temática urbana e social que contam com a participação especial do cantor francês Manu Chao nos vocais.

  • “Poconé”: Faixa de encerramento com clima psicodélico e arranjo estendido, valorizando a cozinha rítmica de Lelo Zaneti e Haroldo Ferretti.

Legado Cultural e Relevância para Colecionadores

O CD Skank – O Samba Poconé (1996) consolidou o Skank como uma das maiores potências do pop-rock da América Latina nos anos 90. O álbum estabeleceu novos padrões de produção e masterização técnica no mercado fonográfico brasileiro, além de ter desdobrado uma das turnês mais longas e lucrativas da história da música nacional.

Para o acervo da Relíquia Store, este CD representa uma peça de altíssimo apelo comercial, giro rápido e presença obrigatória em qualquer acervo de discos clássicos do Brasil.

Informação adicional

Peso 0,300 kg
Dimensões 16 × 14 × 5 cm
Formato

Estado

Artista

Ano

Gravadora