Descrição
01 – É Uma Partida De Futebol
02 – Eu Disse A Ela
03 – Zé Trindade
04 – Garota Nacional
05 – Tão Seu
06 – Sem Terra
07 – Os Exilados
08 – Um Dia Qualquer
09 – Los Pretos
10 – Sul Da América
11 – Poconé
Lançado em 1996 pelo selo Chaos (subdivisão da Sony Music), o CD Skank – O Samba Poconé é o terceiro álbum de estúdio do quarteto mineiro formado por Samuel Rosa (voz e guitarra), Henrique Portugal (teclados), Lelo Zaneti (baixo) e Haroldo Ferretti (bateria). Produzido por Dudu Marote ao lado da própria banda, o disco tornou-se o maior fenômeno comercial da história do grupo, superando a marca de 1,8 milhão de cópias vendidas e conquistando o certificado de Disco de Diamante.
Gravado no Estúdio Mosh em São Paulo e mixado nos estúdios Soundtrack em Nova York (com exceção de “Garota Nacional”, mixada no Mosh), o álbum expandiu a sonoridade do rock e do pop-ska ao integrar elementos de rockabilly, forró, reggae, surf music e participações internacionais marcantes.
É uma mídia física indispensável para colecionadores de rock nacional dos anos 90, saudosistas dos grandes marcos das rádios brasileiras e fãs da discografia do Skank.
Análise dos Principais Destaques do Álbum
-
“É Uma Partida de Futebol”: Parceria antológica entre Samuel Rosa e Nando Reis, a faixa tornou-se um hino esportivo definitivo no país, impulsionada por arranjos de metais vigorosos e um videoclipe icônico gravado no Estádio do Mineirão.
-
“Garota Nacional”: O maior sucesso do álbum e responsável por projetar a banda internacionalmente (alcançando o topo das paradas na Espanha e em diversos países da América Latina). Traz uma levada pop irrepreensível, refrão marcante e arranjo de metais assinado por Chico Amaral.
-
“Tão Seu”: Uma das baladas pop-rock mais executadas das rádios brasileiras em 1996, combinando os teclados envolventes de Henrique Portugal a uma letra marcante de Chico Amaral e Samuel Rosa.
-
“Zé Trindade”, “Sem Terra” e “Los Pretos”: Músicas de forte temática urbana e social que contam com a participação especial do cantor francês Manu Chao nos vocais.
-
“Poconé”: Faixa de encerramento com clima psicodélico e arranjo estendido, valorizando a cozinha rítmica de Lelo Zaneti e Haroldo Ferretti.
Legado Cultural e Relevância para Colecionadores
O CD Skank – O Samba Poconé (1996) consolidou o Skank como uma das maiores potências do pop-rock da América Latina nos anos 90. O álbum estabeleceu novos padrões de produção e masterização técnica no mercado fonográfico brasileiro, além de ter desdobrado uma das turnês mais longas e lucrativas da história da música nacional.
Para o acervo da Relíquia Store, este CD representa uma peça de altíssimo apelo comercial, giro rápido e presença obrigatória em qualquer acervo de discos clássicos do Brasil.








